Terça-Feira, 16 de Janeiro de 2018

27/02/2017 - 19:49:29

RADAR MÓVEL: KIQ CONFIRMA MEDIDAS E DETONA CRÍTICOS

Em texto publicado no Facebook na última hora de domingo, o prefeito de Paranavaí, Delegado KIQ, informou as medidas que tem adotado na questão de mobilidade urbana, como forma de rebater as críticas que vem recebendo por renovar o contrato da  empresa do radar móvel. Como este blog tem defendido mesmo antes da gestão atual, só podemos falar em "indústria de multas" se ficar comprovado que os aparelhos estão superdimensionando a velocidade desenvolvida pelos veículos. O prefeito KIQ, como pode ler abaixo, foi ainda mais fundo e lembrou que a máquina não pode ser corrompida com "cinquentão". 
A íntegra do texto publicado por KIQ, com a hashtag #QueComeceOMimimi no final:
Quem passa pela Av. HEITOR ALENCAR FURTADO, em frente a rodoviária, já percebeu que existem duas câmeras. Trata-se do radar fixo em teste. Um plano de mobilidade urbana está em andamento e os locais de instalação dos radares fixos serão determinados por estudos técnicos.
A parceria com o DETRAN já está quase concluída, faltando apenas a análise jurídica do termo de cooperação técnica.
Essas foram as medidas possíveis para os menos de 60 (sessenta) dias de mandato.
Mas isso não me preocupa. O que me preocupa é o rumo que as coisas tem tomado, culturalmente falando.
As leis determinam um limite de velocidade e aquele que é multado se acha no direito de questionar o radar. Errado é o equipamento e não o infrator (!?).
Quando a DITRAN aplica uma multa qualquer, teimam em criticar o agente fiscalizador, afinal, sempre temos uma desculpa aceitável para estacionar em fila dupla ou em local proibido. Ah claro, podemos parar sobre a calçada para frequentar a missa. Podemos parar em fila dupla pra pegar o filho na escola. Podemos mesmo?
Reclamamos da falta de vagas no centro, mas criticamos o estacionamento rotativo e a multa por falta de cartão (mesmo tendo vários dias para regularização).
Esse é o legado que estamos deixando para as próximas gerações, o legado da inversão de valores. Relativizando a lei segundo nossa conveniência, comodidade e preguiça.
Eu entendo a revolta com o radar, as máquinas não se corrompem por míseros cinquenta reais. Quem nunca viajou com um "cafezinho" na carteira com esperança de corromper um agente público? Se o radar aceitasse propina estava tudo certo. (NÃO ESTOU GENERALIZANDO OS POLICIAIS, QUE FIQUE CLARO)
Pra finalizar, quando forem falar de trânsito nas mesas de bar, não esqueçam de chamar o familiar daquele que foi atropelado e morto.
#QueComeceOMimimi

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japoneis
eu tbém ja fui candidato(inspetor de quarteira) e para me eleger prometi mundos e fundos e nao cumpri nada...qualquer semelhança é pura realidade...


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