Quarta-Feira, 20 de Junho de 2018

30/05/2017 - 19:58:14

BLOG VAI CONTAR COMO A PROPINA DE ALGUNS DEPUTADOS FUGIA DO BRASIL SEM SER NOTADA

Quando é que se aproveitou alguma coisa maior de que 10% das palestras e eventos de que alguns de nossos deputados federais se estapeavam para participar (inclusive Rocha Loures, depois que deixou de ser corvo-correio-mór do Palácio do Planalto) '' quando tais eventos eram ou são no exterior''? PONTO. ''as malas dos nossos deputados, com autorização das Leis brasileiras e das Convenções de Genebra e Viena, são e recebem ou têm direito a serem tratadas como as malas dos Embaixadores brasileiros ou estrangeiros, e todos os diplomatas tem tratamento diferenciado, ou seja, as malas da Diplomacia e de nossos deputados podem carregar ''segredos de Estado, porquanto, nós não violamos as malas deles estrangeiros da área e nem eles fiscalizam as nossas'' Imaginem tal Lei  nas mãos do atual cadeieiro Eduardo Cosentino da Cunha...dá para sequer pensar em quanto do nosso suado dinheiro passeou em Genebra, Stokolmo e outras belíssimas cidades europeias? E vou contar aos senhores aquilo que pouquíssimos sabem, mas o sistema bancário de VADUZ, capital da pequena e quase inexpressiva Lichtenstein é, desde meus tempos de bancário, o paraíso indevassável de dinheiro. É muito difícil conseguir abrir uma conta corrente lá; 1)Apenas se você tiver padrinho ou madrinha expressivo cliente. 2)Tu mantém quanto quer na conta e recebe rendimentos anuais  pelos valores ali contidos, já deduzidos os [46%] de imposto. 3) SUA CONTA NÃO POSSUI NOME, APENAS NÚMEROS e sua senha e contra senha são alfanuméricas, e acaso você as perca, perde a bijuja ali depositada 4)Cada conta pode alugar um cofre secreto ou não, que o cliente coloca o valor ou objeto que achar que deve, mas  só declara o valor (e ai tem que comprovar) se quiser fazer o seguro do patrimônio a eles confiado. Senhoras e Senhores Leitores, este sistema que alguns acham ser na Europa inteira é apenas em Vaduz.
Gabriel Gagá

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